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A conferência “Os Direitos Humanos e os Desafios do Século XXI. Globalizar a Dignidade”, que decorreu na Gulbenkian, em Lisboa, nos dias 9 e 10 de maio, teve a participação de diversas entidades nacionais e da Fundação Kennedy.

A abertura da conferência esteve a cargo de Artur Santos Silva, presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, e de Kerry Kennedy, ativista de direitos humanos, escritora e presidente da Robert F. Kennedy Human Rights.

Durante dois dias foram apresentados painéis de debate sobre Direitos Civis e Políticos, Direitos Económicos e Sociais, Direitos Identitários e Individuais, e Direitos Humanos no século XXI. Na cerimónia de assinatura da Declaração de Lisboa, a intervenção de Viriato Soromenho-Marques versou o tema “Sobre o Significado da Declaração de Lisboa.”

A propósito da participação nesta cerimónia, José Manuel Alho, vogal do conselho de administração da Inatel, afirmou: “A Fundação Inatel subscreveu a Declaração de Lisboa, cumprindo as suas obrigações para com a sociedade, num registo de coerência com a sua história humanista e solidária”.

Os representantes de instituições que rubricaram a declaração foram, entre outros, Artur Santos Silva, Fundação Calouste Gulbenkian, José Alho, Fundação Inatel, Kerry Kennedy, Robert F. Kennedy Human Rights, Manuel Machado, Associação Nacional de Municípios Portugueses, Rui Marques, Instituto Padre António Vieira, Susana Gaspar, Amnistia Internacional. No encerramento da cerimónia, a intervenção de Kerry Kennedy sublinhou “O valor da Educação para os Direitos Humanos.”

Recorde-se que “a Declaração de Lisboa sublinha que nunca se podem considerar os direitos humanos como estando cabalmente garantidos ou seguramente protegidos, e que todos devemos empenhar-nos na sua promoção e num diálogo continuado em sua defesa”.