Notícias

Os ataques terroristas que se multiplicam. A crise gerada pelos refugiados e pela migração forçada, resultado dos conflitos que acontecem por todo o mundo. A violência e agressividade gratuitas que crescem nas mais simples e insignificantes situações do dia a dia.

Tudo isto faz parte do mundo em ebulição em que vivemos, destes tempos incertos e perturbadores para os quais muitos de nós não estávamos preparados.

Como se tudo isto não bastasse, surge de um momento para outro a “cereja no topo do bolo”: milhões de “documentos do Panamá” indiciando que os “senhores” do mundo, alguns até a coberto da lei, conseguem gerir as suas grandes fortunas sem pagar impostos, não contribuindo assim para ajudar os que mais precisam, para construirmos uma sociedade mais justa e solidária.

Isto é, para mais não dizer, uma afronta àqueles muitos que, ao contrário destes “senhores”, não têm o mínimo necessário a qualquer ser humano para viver com dignidade.

É o momento de questionarmos o que é que tem sido feito, ou não, para que em pleno século XXI tudo isto possa acontecer.

A verdade é que neste “pequeno” planeta tão controverso a que chamam “azul” esta é a realidade.

E sendo a Terra um quase impercetível ponto no universo, isso não pode servir de desculpa para não lutarmos contra este estado de coisas, garantido assim um mundo melhor para as gerações futuras.

Manuel Camacho