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Nestes tempos em que vivemos, ninguém pode deixar de admitir que é absolutamente indispensável estar atento a todos os sinais da sociedade, para agir em conformidade com as suas necessidades.

Todos, sem exceção, temos o dever e a obrigação de fazer a nossa parte no espaço de ação em que nos inserimos e/ou afirmamos.

A democracia que conquistámos em 25 de Abril de 1974 deu-nos a possibilidade de escolher livre e conscientemente os nossos caminhos – uma conquista alcançada com o sacrifício e empenho de muitas e muitos portugueses que puseram o interesse comum à frente dos seus próprios interesses.

É em nome dessa democracia que, todos nós, sem exceção, devemos envolver-nos social e civicamente para que de uma vez por todas deixemos de nos abster quando em causa está o coletivo.

É o momento de entender que não há direitos sem deveres e que quando está em causa o respeito e a dignidade, o dever pode ser mesmo uma obrigação.

A sociedade precisa de todos e Portugal precisa de cada um de nós.

Manuel Camacho

provedor.inatel@inatel.pt